quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

GRAVATÁ - PE

  Testei o navegador no último fim de semana em Gravatá,(06-07-08 de dezembro) cidade turística do interior de Pernambuco, a 85 km do Recife.   Fica na serra, 500m acima do nível do mar. O gps informa a altitude.  Trafeguei pela pista lateral da br 232, duplicada em 2002.    Esta pista lateral não existia antes de 2002.   A tela do gps fica em branco quando estou na pista lateral, significando que não está mapeada.   Foi construída em 2002 e não está mapeada.   Gravatá é uma das poucas cidades aferidas no estado de PE.   Chamam isso de aferição?   
   Para não ficar só falando mal do GPS, ele tem lá sua utilidade quando está em áreas não navegáveis.  Por exemplo, na rodovia, em trechos urbanos, onde o limite de velocidade é 60 km/h, dá pra monitorar a velocidade pela tela inferior do gps.   É mais precisa do que o velocímetro do civic.   Enquanto o velocímetro do civic marca 70 km/h, o gps marca 65 km/h.    Isto é bom na hora que o radar móvel te pega, vc. tem certeza da velocidade que desenvolvia no momento da detecção pelo radar.   Considerando que o radar dá um desconto de 5 a 10 por cento na sua velocidade, e vc. sabe a sua velocidade real pelo gps, vc. fica tranquilo que não será multado caso . esteja, digamos, a 65 km/h.    Se vc. tivesse como parâmetro apenas o velocímetro, ele estaria marcando 70km, acima da tolerância, e ficaria preocupado à toa, na expectativa de receber a multa pelo correio.      
   Se vc. está a 140 km/h (pelo velocímetro) a sensação de que está correndo muito diminui ao vc. ver na tela do gps que a velocidade real é 135 km/h. 
   Este negócio de ver foto pelo gps é bobagem, afinal, quem  tem gps, tem celular com câmera,câmera digital e tocador de mp3 portátil, mp3 player  no carro.    Poderiam tirar estas besteiras e fabricar um gps enxuto e mais barato. 

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